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Guardasom abre um novo Sony Center

Sony Center - GuardasomPara o gerente Mário Pacheco, o novo espaço representa “um progresso e um investimento na atualização da apresentação” da loja, que procura “cativar novos clientes” proporcionando um acolhimento mais agradável.Já abriu as portas na Guarda, desde o final da semana passada, o novo Sony Center. Um espaço que apresenta as tecnologias mais recentes desenvolvidas pela marca, e que chegam à cidade pelas mãos da empresa Guardasom.

“É um ambiente projetado para o futuro, em colaboração com a Sony”, explica Mário Pacheco, até porque, sublinha, o investimento realizado “foi partilhado com a Sony”.

O novo e renovado espaço da Guardasom, situado na Rua Dr. Francisco dos Prazeres, na Guarda, com casa aberta há 24 anos, disponibiliza à cidade e à região “as mais recentes tecnologias e os equipamentos mais sofisticados”, através da vanguarda da marca Sony.

Mário Pacheco refere que no Sony Center “existe a possibilidade de testar máquinas fotográficas e ver de imediato o resultado numa fotografia impressa, interagir com as novas televisões, que já têm capacidade de acesso à internet e a conteúdos YouTube, por exemplo”.

A Guardasom espera que o novo Sony Center abra portas a um “futuro mais risonho” para a empresa, ajudando também a ultrapassar a atual crise com a disponibilização de um espaço comercial mais acolhedor, moderno, sofisticado, que disponibiliza as tecnologias mais recentes do mundo Sony.

Guardasom ganhou fama com o aluguer de aparelhagens

Fonte: “Jornal A Guarda”

«Mantemos uma preocupação constante em oferecer as melhores soluções e apoio técnico, apoiados por um atendimento conhecedor e qualificado. Sempre fomos uma empresa preocupada em responder profissionalmente às necessidades de quem nos procura e vamos continuar a trabalhar para isso. Em cada dia, o nosso empenho é compensado com a garantia da satisfação dos clientes. Continuamos a querer servi-lo melhor e a estar mais perto de si.

A empresa Guardasom Electrónica, Lda, que possui duas lojas na Guarda, na Rua Dr. Francisco dos Prazeres, uma multi-marca e outra dedicada à Sony, surgiu com a designação de Audiosom, em 1982, com três sócios, mas em 1987 passou a ter a denominação actual. A firma que pertence aos empresários Joaquim Guerra (52 anos) e Mário Pacheco (52 anos) possui 5 funcionários e além de comercializar material de alta-fidelidade, vídeo e televisão, também faz instalações de som profissional de recepção de sinal de televisão (em edifícios públicos e privados) e reparações de equipamentos de electrónica, áudio e vídeo.

Quando iniciámos a actividade, começámos por alugar aparelhagens para festas religiosas, comícios, eventos culturais e desportivos e com as reparações. Nessa altura também fabricavam os colunas de som e amplificadores. Mais tarde, é que começámos a ficar com as representações de algumas marcas conhecidas e foi então que mudámos para novas instalações, no nº 23 da Rua Dr. Francisco dos Prazeres, onde está actualmente a sede.» A empresa também teve uma época em que vendia e dava assistência técnica no equipamento profissional vendido para as emissoras de rádio da região.

 

Com a recente mudança verificada em Espanha na emissão de canais de televisão via digital (TDT), a Guardasom teve muita procura na aquisição de televisões preparadas para o novo sistema e de receptores apropriados. Quando a empresa alugava aparelhagens de som, efectuou imensos serviços e nessa época controlava o som nas mesas de mistura e os microfones no palco, recordando as amplificações que fez em espectáculos do Paco Bandeira, do padre Fanhais,Teresa Tarouca, Jorge Palma, entre outros. «Era no tempo em que esses artistas não tinham as aparelhagens que têm hoje.

Quanto a trabalhos com políticos, recorda situações que envolveram os antigos Presidentes da República Mário Soares e Ramalho Eanes. «(…) num comício com o Mário Soares no Cine-Teatro da Guarda, como as pessoas não cabiam lá dentro, a pedido dele, tivemos que pôr a aparelhagem na varanda. E outra vez, para a eleição de Ramalho Eanes, no Largo do Hotel de Turismo e do Jardim José de Lemos, tivemos que instalar a aparelhagem nas varandas do edifício em frente do Hotel. Estava tudo cheio de gente. O jardim nem se via, era um mar de gente…» Já em relação aos serviços realizados em festas religiosas, nunca esqueceram um episódio que ocorreu no concelho de Almeida. «Foi nas festas da Senhora da Ajuda, na Malhada Sorda, onde costumavam juntar-se milhares de pessoas. Uma vez, na procissão das velas, no dia anterior à festa, rebentou a cabine de alta-tensão e para o padre poder falar e orientar as pessoas, pedimos uma bateria de um automóvel e conseguimos montar um amplificador. Dessa forma, o padre pediu para as pessoas terem calma e as cerimónias foram concluídas e não houve registo de qualquer problema. Como ficámos completamente às escuras, a única maneira de comunicar com aquela gente toda foi pôr umas cornetas a funcionar, com ligação à bateria de um carro.”

Fonte: Jornal Nova Guarda